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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mestres do Shadowlands 01 - Clube Shadowlands - Cherise Sinclair

 


 

Mestres do Shadowlands 01

Clube Shadowlands

Cherise Sinclair 

 

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ISBN: 978-1-59632-133-5

Gênero: BDSM, Romance

Serie: Masters of the Shadowlands ( Mestres do Shadowlands)

Durante uma tempestade tropical, com o carro com problemas, Jessica Russell descobre uma casa isolada que é um clube privado de escravidão. Em primeiro é um choque, ela logo fica excitada assistindo as interações entre os Doms e seus subs. Mas ela é uma mulher profissional, uma contadora e certamente não uma submissa. . . ou é?

Mestre Z não se atraia por uma mulher há anos. Mas a sub andarilha no clube, o intriga. Ela é inteligente. Reservada. Conservadora. E depois que descobre o seu interesse em BDSM, não pode resistir a violar suas paredes e libertar a paixão que mantém escondido dentro dela.

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Esse livrinho a primeira a me falar dele foi a amiga que arrasa Suzana Pandora, depois a Juliana Vicente me falou que estava lendo um livro que era a minha cara. (minha cara, sei… prefiro não comentar, rsrsrs), enfim com as indicações da Pandora e da Juliana, resolvi me arriscar e ler, e só tenho uma coisa pra dizer: PQP, mais uma série que viciei.

É um livro que você começa a ler e nem sente o tempo passar, comecei a lê-lo no final da tarde e de noitinha já tinha terminado. É bem legal porque ele mostra a curiosidade que muitas pessoas tem em relação ao BDSM, assim como seus medos e preconceitos, foi assim com a nossa personagem Jéssica.

Jéssica se choca e se sente absurdamente atraída pelo que vê, apesar de não querer aceitar essa atração, e cabe a Mestre Z conduzí-la através do caminho do BDSM, tenho pena da coitada porque ela entrou no clube assinou o contrato do clube e não leu nenhuma cláusula do contrato.

A coitada fica igual a cego em tiroteio, perdida, e chega em uma sala onde está ocorrendo uma cena de BDSM, e ela simplesmente surta, não entende que é uma encenação e que aquilo é prazeroso a quem o faz, enfim ela acaba com a cena, toma o chicote da mão do Dom que está fazendo a cena e dá um soco no coitado. Moral da estória: ela é castigada a moda BDSM, e a bichinha que mal conhece o meio é submetida a uma sessão de spanking, cujo condutor é o misterioso e sexy Mestre Z.

Assustada e excitada com tudo aquilo Jessica não sabe o que pensar e resta a Mestre Z ajudá-la a a submeter, pois ele a considera uma submissa natural.

O legal desse livro é que ele também mostra a realidade do que pode ocorrer em ambientes de BDSM, como por exemplo o não respeito ao SSC ( são, seguro e consensual), pois no livro há essa retratação de quem nem todo mundo que se diz praticamente do BDSM, o respeita como deve ser.

Eu sugiro a leitura. É muito bom. Não vejo a hora de ler o resto da série. Apesar de ser estritamente baunilha , os romances de temática BDSM me fascinam, tudo nos livros é mais bonito e mais legal do que na realidade. rsrsrsrs.

Pena que não haja publicação desse livros no Brasil, muitas vezes acho o mercado editorial aqui limitado e pudico, ou talvez eu que seja um tanto quanto a frente de meu tempo. Enfim … vai se saber.

Aqueles que tiverem a curiosidade e lerem o livro ou a série completa podem me dar suas opiniões e aqueles que se interessarem pela resenha também.

O engraçado é que conforme as estatísticas do blog as resenhas da temática Bondage/BDSM são umas das mais acessadas, mas nem 15% das pessoas que as acessam comentam. Galera, soltem suas asas, solte suas feras, comentem, é bom e eu gosto.

Abaixo deixo com vocês os links da autora, link para compra dos livros, e link com o resumo dos próximos livro. Façam bom proveito.

Lembrando que a série é para adultos, e adultos livres de preconceitos.

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Próximos livros da série:

 

 

Masters of the Shadowlands 2: Dark Citadel

ISBN: 978-1-59632-920-1

Gênero: BDSM, Erótico, Contemporâneo.

Masters of the Shadowlands 3: Breaking Free

ISBN: 978-1-59632-965-2

Gênero: BDSM ,Romântico, Suspense

 

 

 

Masters of the Shadowlands 4: Lean on Me

ISBN: 978-1-60737-558-6

Gênero: BDSM, Erótico, Contemporâneo

 

 

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http://cherisesinclair.com/

 

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Série Oh, Que Delícia! - Uma porção de prazer - Leannan Mac Llyr

Uma porção de Prazer

Leannan Mac Llyr

 

Uma porção de prazer

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Título original: Hand-Dipped Pleasure

Autor: Leannen Mac Llyr

Exotika series

ISBN: 978-1-41991-615-1

Junho de 2008

Romance Erótico Contemporâneio – BDSM leve

www.ellorascave.com


Sinopse:

Tasha sempre teve uma queda por Dale, o apetitoso jovem dono da confeitaria. Na manhã do Festival do Morango, ela chega para entregar os morangos que ele usaria em sua especialidade: Morangos Recheados com Chocolate. Só que Dale ainda não tinha tirado seu corpo nu da cama e todos os pensamentos sobre negócios voam da mente dela quando ele não apenas a toma, mas também lhe ensina o jogo da dominação.


Com um pouco de chantilly e chocolate, Dale mostra a ela como pode ser doce a escravidão e que a diferença de idade não significa nada para ele.

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Vamos ao livro estava eu ontem atrás de algum livrinho que fosse pequeno, hot e bom de ler e acabei topando com Hand-Dipped Pleasure, da autora Leannen Mac Llyr, nunca havia lido nada dela antes, mas como já conhecia a série resolvi dar uma lida e adorei. Lembrando que esse é um Romance Adulto, censura 18 aninhos.

O livro narra o romance entre Dale, que é conhecido como o gostosão da cidade, aquele que pega todas e Tasha, uma pacata dona de casa. Essa série sempre nos traz romances em que há um conflito de idades, no caso, Tasha é mais velha que Dale.

A pacata Tasha sempre sentiu atração pelo notório “galinha” Dale, mas sempre reprimiu o sentimento, por achar errado e também por crer que não teria nenhuma chance com o bonitão da cidade. No dia do festival do morango na cidade Tash está marcada para ser a primeira cliente de Dane a pegar mercadorias na sua confeitaria, porém quando Tasha chega ao local Dale não se encontra. Ultrajada pela falta de profissionalismo no rapaz, ela invade sua casa e sobe até seu quarto e o encontra dormindo nú, e acaba não resistindo e acaricia o rapaz, mas comete um erro fatal, ou melhor comete um acerto fatal, ela dá um tapa no bumbum de Dale para o acordar. Mal sabia ela que nunca, jamais se bate em um Dom.

Dale que a muito tambén desejava Tasha vê ali uma oportunidade para tê-la como sempre quis, submissa para os eu prazer. Dale seduz Tasha com promessas de prazer, e Tasha excitada cede as investidas de Dale.

Dale deslizou a mão para seu cabelo ruivo e envolveu a parte de trás de sua cabeça, a boca encontrando a dela em um beijo que carregava tanto cuidado quanto paixão e imediatamente ela fortaleceu sua resistência, desistindo de vacilar. Então suavizou embaixo de seu beijo investigador e ele recuou, lambeu seus lábios uma vez mais e soltando-a.

—Eu estou realmente contente que você tenha apreciado estar comigo tanto como eu apreciei você.— Levantou a mão dela para os lábios e a beijou. —Eu não posso pensar em uma forma melhor de acordar que com uma mulher bonita e disposta e eu desejaria poder mantê-la aqui comigo e ensinar a você prazeres obscuros, mas ai de mim, minha donzela da feira, com o festival eu devo abrir a loja dentro de uma hora.

Porém depois de uma sensacional sessão de prazer, ela fica meio que em crise pelo fato de ser mais velha que ele e com medo do que todos da pequena cidade irão comentar se souberem, e ela também nãos e sente muito auto-confiante em ficar com um homem como Dale, vejam nos trechos abaixo:

—E não me chame de mocinha, eu sou dez anos mais velha que você e deveria saber mais para não cair em seus jogos juvenis.

—Meus jogos juvenis? Meus jogos juvenis fizeram você gozar mais forte do que já tinha conseguido antes em sua vida, diga que estou errado.— Então recuperou as meias dela da parte de baixo do pé da cama e as deu para ela, mas ela já estava com as botas calçadas.

...

—Ensinar-me?— Sua boca se abriu de surpresa enquanto ele a acompanhava ao andar de baixo até o carro dela. —Eu terei que informar a você que não sou nenhuma flor inocente que nunca tenha conhecido o toque de um homem. Eu faço sexo desde que você estava no primeiro grau.

—Talvez,— ele pegou as chaves e abriu a porta do passageiro para ela. —Mas eu fiz uma especialização sobre isso.

...

—Você tem apenas trinta e cinco e Dale tem vinte e cinco. Isso não é uma grande diferença de idade.

...

—Você está com esse medo estranho desde que completou trinta e cinco anos, Tasha. Você tem que superar isso, ouve o que estou dizendo? Você não está velha.— Jenny se inclinou mais perto e virou a cabeça em direção à cozinha.

...

—Eu não sou uma garota, sou mais velha que você. Você sabe o que as pessoas iriam dizer, não é? Que você é meu garoto de brinquedo e que sou alguma velha suja desperdiçando sua grande juventude. E o que acontece se nós nos tornarmos um artigo? Eu sempre serei mais velha que você e as pessoas sempre vão falar.

Após Dale lhe convencer que a diferença de idade não importa par ele, pois ele a deseja independente disso Tasha fica mais relaxada e se deixar ser totalmente conduzida nessas brincadeiras desconhecidas e excitantes as quais ela descobriu gostar muito. Adoroooo, ah um Dale para mim.

—Comporte-se docinho, ou pensarei que você gostou de ser espancada.

Rindo, Tasha esfregou seu traseiro. As palmadas tinham sido agradáveis e de uma maneira bastante pervertida

Dale lhe deu uma palmada brincalhona no bumbum mais uma vez quando passou por ela e ela não pode deixar de rir. Oh, sim. As palmadas tinham resultado em uma noite de jogos muito interessantes, pensou. Fazendo o que ele pediu, sentiu sua freqüência cardíaca subir. Brincava com os travesseiros, fazendo pilhas aqui e ali, não sabendo o que ele tinha em mente, assim não tinha certeza exatamente como os queria. Ela sacudiu o lençol e o deixou tremular abaixo sobre as almofadas.

É um romance lindo, rápido de se ler, com um bondage super leve só umas palmadinhas e mãozinhas amarradas. É uma delicinha essa estória. Abaixo segue alguns dados para contato com a autora e a editora. Pena que não tenhamos essas estórias publicadas em língua portuguesa, o mercado editorial e até mesmo grande parte dos leitores é muito pudico ou falso moralista. Muitos lêem escondidos, mas não tem coragem de admitir e nem de opinar sobre o tema, uma pena.

Myspace da autora: www.myspace.com/leannan_macllyr 

Myspace da Elloras: http://www.myspace.com/ellorascave

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E por último o trechinho que me deu mais inveja e um enorme desejo de ser siliconada, mas as frágeis leitoras não aconselho que leiam, por isso para ler você terá que passar o mouse em cima para ler o trecho. As cardíacas também não aconselho a leitura.

Sorrindo, Dale se arrastou sobre seu corpo e acomodou um joelho de cada lado dela acomodando o pênis entre seus seios. Da gaveta da mesa de cabeceira, ele pegou uma garrafa de plástico pequena e vermelha, abriu a tampa e espremeu uma linha fina de líquido transparente em uma curva pequena sobre cada de seus seios. Usando o pênis, ele espalhou a lubrificação pelas curvas internas e com atenção extra, trabalhou a cabeça em fortes círculos acima e ao redor de cada mamilo rígido. Tasha gemeu. Enquanto ela olhava, sua excitação crescia e se transformava em uma fervura constante.

Envolvendo os seios com as grandes mãos, Dale apertou ambos em torno de seu membro e grunhiu, gemendo de prazer. Com uma lenta flexão dos quadris, começou a se deslizar entre os seios, mantendo-os firmemente juntos e apertados, de forma que ela sentia cada centímetro dele, mais especialmente a saliência enorme de sua cabeça.

Tasha assistiu enquanto ele dava prazer si mesmo e o show a acendeu imensamente.

Ele tinha os olhos meio fechados e a boca entre aberta para respirar. A expressão de êxtase hipnótico dele, deu coragem a ela e quando o pênis apareceu pela fenda dos seios, ela levantou a cabeça e pegou a ponta entre os lábios. Edward congelou e gemeu. —Ah. Você quer isto?

Com os lábios totalmente fechados em torno da borda, a língua dela deslizou sobre a cabeça e roubou a gota de pré-sêmen que encontrou lá. Ele tinha o sabor e cheirava como se fosse um morango maduro que ela tivesse mergulhado em uma calda e, sorrindo, percebeu que o lubrificante que ele usou devia ser aromatizado com morango.

Morangos!

 

 


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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Southern Submissives – Holly – Dominique Adair


Southern Submissives

Holly

Dominique Adair

Livro 1 da série

 

Holly

Southern Submissives 1

Dominique Adair

Ellora´s Cave

 

Sinopse:

A submissa traída...

Holly viu o lado mais sombrio do estilo de vida escravidão e sua experiência a deixou com cicatrizes, tanto física como emocionalmente. Relutante em ariscar de voltar ao mundo de excesso e sensualidade que a chama, ela é forçada a fazer uma escolha entre enfrentar seus medos e salvar a sua vida, ou de perder seu patrimônio e, possivelmente, a sua alma.

Um mestre em uma missão...

Ethan se apaixonou por Holly a partir do momento em que se encontraram em uma cena de escravidão no Bairro Francês. Perturbado por suas experiências ruins, ele inventa um plano para levar a mulher dos seus sonhos em sua cama na esperança de que finalmente ela irá convidá-lo pra residir em seu coração.

Um fim de semana...

Um negócio de um tiro. Três dias onde Ethan vai usar todas as ferramentas eróticas em seu arsenal considerável para ganhar mais de Holly. Mas o fim de semana é apenas um sabor, uma amostra viciante do que poderia ser, e por um homem que sempre em sua mira, é apenas o começo.

Numa noite depois de uma desastrosa cena numa de festa de escravidão onde Holly não acatou a ordem do mestre em fazer sexo com um estranho,  Greg, o mestre de Holly ultrapassa os limites de um verdadeiro mestre do BDSM e não pára ao ouvir a palavra segura (safeword) de Holly.

A punição que Greg aplicou a Holly foi excessiva, ele ultrapassou todos os limites do SSC ( são, seguro e consensual) que é a tríade que rege o BDSM. Alcoolizado Greg submete Holly a uma sessão de spanking, onde com um chicote ele lhe marca não só as costas, mas a alma.

-Mestre,- ela soluçou.

-Feche a boca, prostituta.

Outra chicotada rasgou a pele dela e ela empurrou como se ele a tocasse com ferro em brasa. Soluçando, ela caiu contra o banco, seus joelhos recusaram-se a sustentar seu peso. Atrás de si ela ouviu o chicote cair no chão e ela estremeceu. Algo molhado escorreu por sua perna.

-Você me levou a fazer isso. A respiração de Greg era áspera e ele agarrou seus quadris. “Você não tem ninguém para culpar além de você mesma.

Ela ouviu o barulho de seu zíper e isso era suficiente a empurrá-la da dor ao delírio. Ela brigou contra o seu título, desesperada para se ver livre e escapar do calabouço.

-Não faça isto, Greg. Eu nunca perdoarei você.- Sua voz era rouca e sua garganta doía enquanto gritava.

A risada dele era oca e seu coração disparou mandando reflexo para o seu estômago.

-Eu não preciso de seu perdão. Você parece continuar esquecendo que é minha escrava e que eu posso fazer com você o que eu quiser.

Seus dedos afundaram em sua carne e ela começou a gritar.

Como podem ler no trechinho que escolhi, que Greg vai além do limite de sua submissa e pratica algo inconcebível a qualquer praticante do BDSM, ele não respeitou o limite e a vontade da sua submissa. Pois é de domínio público que a força da relação D/S, está no submisso, pois ele que estabelece os limites. 

Com o acontecido, Holly fica traumatizada e com um profundo medo de se submeter novamente a um outro Dom e segue com sua vida de proprietária de uma pequena livraria a Book Ends, mas os negócios não vão nada bem e Holly tem a hipoteca comprada por um misterioso estranho.

Holly não quer acreditar que não possui o dinheiro para resgatar a sua hipoteca e começa a ignorar as correspondências da firma que comprou sua dívida, sem ter mais como fugir a nossa Sub vai ao encontro de Nathanial Clarke, o responsável pela negociação.

Ethan Clarke olhava fixamente para televisão do circuito fechado de segurança quando Holly Broussard entrou no escritório exterior. Sua expressão era curiosa e cautelosa até que ela procurou a mesa de sua secretária. Seu cabelo vermelho estava preso na nunca em um coque comportado em seu terninho preto estava impecável e delineava sua figura de ampulheta. Seus saltos eram tão altos que ele não sabia como ela podia caminhar com eles.

Sem dúvida ela era uma das mulheres mais bonitas que já tinha visto. Ele havia sido apresentado a ela em uma cena de escravidão no quarto trimestre do ano passado. Ela estava nos braços de Greg Mains, suas algemas e cintas vermelhas brilhavam nas longas pernas, e tinham cativado Ethan. O momento em que suas mãos a tocaram ele sabia que teria que reivindicá-la para si e iria fazer isso logo.

Pronto com esse trechinho aí deu para sacar que Nathaniel, mais conhecido como Ethan estava na cena de escravidão em que ela se negou a transar com um estranho e o incidente com Greg aconteceu. Ethan voltou ao local várias vezes para reencontrar Holly, mas desde aquele dia ela nunca mais apareceu. Completamente fascinado por Holly, Ethan busca pistas de onde encontrá-la e fica sabendo tudo o que ocorreu naquela noite entre Holly e Greg e sabe que tem uma missão muito difícil pele frente.

Ethan tentará de todas as formas dar a Holly novamente a confiança para se submeter e aí sim poder reivindicá-la para si, nem que para isso a princípio ele tenha que usar de meios não muito louváveis como usar a sua hipoteca como uma forma de chantagem.

Nosso mocinho é completamente apaixonado pela Holly apesar de tê-la visto somente uma vez na vida e ele vai fazer de tudo para ter essa mulher. Ele é lindooo, romântico (quem disse que no mundo bdsm não tem romantismo?) e maravilhoso.

—Nós não temos nenhuma intenção de cobrar e eu também percebo que você possivelmente não poderá pagar a quantia que nós compramos do empréstimo.— Ele deixou seu copo na mesa. —Isto é por que eu estou preparado para fazer uma proposta incomum. Como eu vejo isto, nós temos duas opções na mesa. Você pode concordar em devolver a quantia negociada que Clarke & Filhos pagou a fim de adquirir a hipoteca, mais uma taxa de juros modesta. Uma vez que o empréstimo é pago por completo, a ação será devolvida a você é claro.

O coração do Holly afundou. Não existia nenhum modo dela poder pagar aquela quantia, não do modo que a economia estava indo. Que Katie e Melissa fariam se ela as desapontasse? O que ela faria se ela perdesse o teto de cima de suas cabeças?

Ela precisou limpar sua garganta antes dela poder falar. —E a segunda opção?

—A segunda opção é um pouco mais incomum. Eu estou disposto a anular a quantia inteira do empréstimo, mais que um quarto de um milhão de dólares, em troca de um acordo verbal com você e de três dias de seu tempo.

Ela o olhou cautelosa. Nenhuma companhia estaria disposta a fazer algo grande assim a menos que fosse ilegal… ou imoral. Seu estômago se contraiu e ela teve um pressentimento de que não iria gostar da resposta para a pergunta, mas ela tinha que perguntar de qualquer maneira.

—E o que isso seria?

—O acordo é que você se tornaria minha amante por um fim de semana.

Gente eu adoro chantagistas. kkkkkkkk. Se bem que eu não sou muito normal, enfim sem ter como pagar a dívida Holly é obrigada com muita relutância a aceitar a proposta de Ethan.

Seu sangue ferveu com o pensamento dela vindo para sua cama. Sim, seus métodos foram drásticos e se seu irmão gêmeo tivesse idéia do que ele estava fazendo ele iria ter problemas. Ethan iria ter que pagar do seu dinheiro pessoal esse quarto de milhão, mas isso era insignificante diante de poder reivindicar a mulher que habitava sua imaginação no último ano. Ele teve um sentimento que ela era a mulher certa.

Ethan manda flores lindas no dia marcado para que ela se tornasse sua amante. Na casa de Ethan Holly se encanta com sua residência e mais ainda com a sua biblioteca. Ethan diz a ela que sabe sobre o que aconteceu com Greg, mas Holly não se sente a vontade de falar sobre o ocorrido, mas Ethan insiste e tenta convencê-la a ter naquele final de semana uma relação D/S, mas ela resiste. Então:

—Que tal isto como um incentivo?— Ethan caminhou para sua escrivaninha e levantou uma pasta de papéis bege. —Aqui estão os documentos do empréstimo junto com a escritura da propriedade que você ia colocar como garantia. Eu darei estes documentos a você hoje à noite, sem nenhuma pergunta se você concordar com uma relação de Mestre/ submisso.

Chocada, Holly não podia parar de olhar fixamente para ele por um momento. Ele faria isto? Só a deixaria ir embora sem perguntas? Este homem era totalmente louco?

Ethan é louco sim, louco pela Holly e vai lançar tudo que tiver nas mãos para tê-la como sua submissa, sua mulher. É lindo esse livro bem pequeninho, super rápido de ler, com uma linguagem super fácil, dá para ler sem dificuldades no original em inglês.

Nosso Dom maravilhoso irá proporcionar a Holly uma experiência que ela nunca imaginou e no final das contas, Ethan vai mostrar a ela que não a deseja só por aquele final de semana, mas permanentemente em sua vida.

Lembrando que esse é um Romance Adulto, censura 18 anos. Extremamente proibido para menores de idade, pessoas religiosas e muito pudicas e sem uma personalidade que lhe permita respeitar o fetiche alheio.

Pretendo em breve resenhar Southern Submisives 02 – Katie.

E viva Ellora´s Cave esse e outros títulos se encontram a venda no site da Ellora´s com opção de comprar a livros em versão E-book e a versão publicada. Livros com romance de conteúdo adulto, sem cortes ou suavizações só mesmo lendo nos originais, aproveitam porque os preços dos livros da Ellora´s Cave não são muito altos.

E mais ainda quem quiser pode se deliciar com os Free Books oferecidos pela editora. Para ver os free book clique aqui

Abaixo algumas definições do mundo BDSM, utilizadas nessa resenha e no livro.

BDSM

Sigla que significa:

BD = Bondage e Disciplina

DS = Dominação e submissão

SM = Sadomasoquismo

Baunilha (vanilla)

Diz-se daqueles que não tem ou não usam fetiches em sua relação.  Seriam aquelas pessoas que se intitulariam “normais”. O termo foi criado exatamente para se evitar a utilização de tal definição e também porque “baunilha” é o sabor mais básico de sorvetes (e também o mais insosso *rs)

Também é utilizado para definir coisas: relação baunilha, atitude baunilha, pensamento baunilha, sexo baunilha, etc.

Bondage

Prática e bela arte de amarrar, mais comumente utilizando-se cordas, podendo-se também utilizar panos, tiras elásticas e até fitas adesivas.

Nome também empregado para qualquer forma de prender a escrava, inclusive por algemas ou correntes.

Cena

Uma cena é uma atividade/jogo específico dentro de uma sessão ou relacionamento. P.ex: Uma cena de spanking, uma cena de chuvas, de sexo, de disciplinamento, etc.

Não confundir sessão com cena. A sessão é composta de diversas cenas.

Dominação

Base do BDSM, mais especificamente do D/s, que consiste na imposição, disciplinamento, adestramento e condução das atitudes da escrava, neste caso, a submissa.

Estupro

Prática criminosa que consiste em obrigar outra pessoa ao ato sexual, seja sob coação, violência, força ou mesmo impedindo sua recusa. O estupro só se correlaciona ao BDSM através de sua prática comoteatralização (o Dom “fingiria” ser um bandido estuprador e a escrava sua vítima), pois, uma vez que a base do BDSM é a consensualidade e o estupro é uma prática totalmente coercitiva e não-consensual, o mesmo em nada se correlaciona ao BDSM.

SSC

São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM.

Tudo que possa ser classificado como SSC é aceitável no BDSM, por mais que para alguns (ou nós mesmos) pareça um exagero ou absurdo. Da mesma forma, qualquer coisa que venha a ferir um dos elementos da tríade deve ser execrado e condenado, por mais que possa, a princípio, parecer um insignificante detalhe.

Safeword

Palavra ou gesto pré-estabelecido entre as partes que, uma vez utilizado pela escrava, demonstra que a mesma atingiu seu limite de resistência com a cena.

Spanking

Cenas de espancamento. Nome utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater. No Brasil, spanking engloba o ato de bater com as mãos, chicote, vara, chinelo ou palmatória. Nos Estados unidos e Europa, há uma distinção entre o Spanking, Whipping e "Canning". "Whipping" é qualquer atividade que envolva chicotes e Canning, que envolva varas. (bambu, rattan, etc.).

Submissão

Segundo o dicionário Aurélio: obediência, sujeição, subordinação, docilidade, servilidade, humildade e subserviência.

Fonte: Dicionário BDSM

 


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segunda-feira, 19 de julho de 2010

A Chamada de um Amante - Claire Thompson



A Chamada de um Amante

Claire Thompson

ClaireThompsonAChamadadeumAmanteTiam[2][7]Título Original: A Lover´s Call

Uma bibliotecária de dia, e de noite Rachel vende sexo telefônico, atormenta os homens até o orgasmo através do telefone. Seu mundo se volta de cabeça para o ar por uma chamada telefônica que mudará sua vida.

Richard Morris ligou para a linha de sexo por uma brincadeira, e se sente cativado pela voz sensual. Com um domínio natural ele a empurra mais à frente que a uma simples conversa sexual, despojando que a mulher de verdade se dispa com sua escura e sensual percepção.

Richard instrui Rachel sobre o romance erótico da submissão. Finalmente, ela enfrenta à última prova para satisfazer seu amante telefônico e experimenta de primeira mão sua promessa erótica.

—Richard? O que posso fazer por você, sexy? Quer saber como estou vestida?

—Não, obrigado. Você só mentiria. — Ela apertou os lábios, sorrindo levemente. Os meninos estavam acostumados a estar muito desejosos de acreditar em qualquer história que os ajudasse com sua mão. Entendia-se que o que ela estava vendendo era uma fantasia.

— Bom, certo, o que posso fazer por você, então? Diga-me suas mais secreta fantasia.

— Eu prefiro escutar a sua. —Ah, ela estava de volta em terreno familiar. Ele poderia ter uma voz sexy, mas era como os outros, depois de tudo. Rachel começou a lhe falar de seu grande membro e como ela queria cavalgá-lo como a um garanhão até que a fizesse gritar de prazer.

—Shh, pare com isso. Silêncio. —Interrompeu-a Richard. — Não me diga o que pensa que quero escutar. Diga-me a verdade. Confie em mim. — Sua voz era suave, calmante, como se estivesse falando com uma menina que necessitava consolo. Rachel novamente foi tomada por surpresa, despojada de seu passo longo. Quem era este homem?

— Pensei que estaria de acordo. Como lhe disse, meu nome é Richard. Esse é meu verdadeiro nome.Richard Morris. Nunca liguei para uma linha de sexo por telefone, embora você não possa acreditar. Liguei para este só por diversão, para ver como era. Impactou-me no primeiro momento. Não foi o que disse o que me atraiu. Foi como o disse. Foi sua voz, e algo mais. Algo… — fez uma pausa, como se pensasse na melhor maneira de dizê-lo. —Algo vulnerável. Sei que levo um momento para seguir com a sequência de comandos masturbatórios e te peço desculpas por não ser tão... hã… receptivo como você talvez esteja acostumada. Para falar a verdade, só queria ouvi-la falar. Apaixonei-me por sua voz. É sua voz a que está colocada debaixo de minha pele. Eu gostaria de ter um nome para relacionar com ela.

—É Rachel. — sussurrou inclusive antes que ela se desse conta de que as palavras deslizaram de seus lábios.

—Ouça Richard. A respeito disso. Estava me perguntando… — Fez uma pausa, de repente insegura de si mesma. E se mergulhou. — Eu estava pensando. Não há nenhuma razão para que tenhamos que falar assim. Quero dizer, não me importaria se quiser me ligar diretamente. Já sabe, não através do serviço.

Ela esperou. Depois de um momento, Richard disse:

—Eu gostaria de te ligar diretamente. Mas, Rachel, se fizer isso, as regras mudam.

— As regras? — Rachel sentiu um apertão estranho em seu ventre.

— Sim. Significa que isto está se convertendo a nosso redor, Rachel. Significa que quero que para você signifique mais que uma boa forma de ganhar dinheiro extra. É isso o que significa Rachel?

—Sim. — sussurrou, sentindo-se ruborizada, contente de que ele não podia vê-la. — Oh, sim!

Pense um livrinho maravilhoso, super fininho, em pouco mais de uma hora você termina de ler. Adorei esse casal Rachel e Richard. Muitoooo fofo e sem deixar de ser algo mais adulto, algo que condiz mais com minha faixa etária e minha experiência de vida. Enfim, tem todo o lance de romantismo, mas também tem todo um jogo sensual e pensem num homem de pegada.

Ai Richard!!!! Liga para mim. Call me Richard, please.

E OMG!!! Richar é um Dom ele vivencia o mundo BDSM. E Rachel revelas-e uma sub, e Richard sabe conduzi-la e introduzi-la no mundo de Dominação e Submissão de uma forma que é ao mesmo tempo totalmente sensual e romântica, tornando o seu Mestre. Ah se todos dos Doms fossem como nos livros. *Suspira*

Adoroooooo. Sou fascinada por estória e romances de BDSM/Bondage, acho extremamente ricos e excitantes.

Não é um livro que aconselho a “meninas”, nem adolescentes, nem mulheres religiosas, puritanas, pessoas sem personalidade formada e mais ainda a pessoas que bão sabem respeitar as diferenças e as diversidades sexuais do mundo. Se você é assim passe longe desse livro , ou melhor passe longe de qualquer livro estilo Ellora´s Cave.

Livros como esse é uma ótima forma de pessoas Baunilha conheceram um pouco mais do BDSM.

É uma pequena que o mercado editorial brasileiro seja tão falso moralista que não publique romances adultos, e quando publicam algo mais adulto, é cheio de cortes e tudo é suavizado como se as leitoras brasileiras fossem mais sensíveis e pudicas que as leitoras de outros países, enfim é uma vergonha essa censura literária. Por isso viva Ellora´s Cave que publica romances adultos para mulheres adultas e bem resolvidas.

Termos do mundo BDSM

Baunilha (vanilla)

Diz-se daqueles que não tem ou não usam fetiches em sua relação.  Seriam aquelas pessoas que se intitulariam “normais”. O termo foi criado exatamente para se evitar a utilização de tal definição e também porque “baunilha” é o sabor mais básico de sorvetes (e também o mais insosso *rs)

Também é utilizado para definir coisas: relação baunilha, atitude baunilha, pensamento baunilha, sexo baunilha, etc.

BDSM

Sigla que significa:

BD = Bondage e Disciplina

DS = Dominação e submissão

SM = Sadomasoquismo

Bondage

Prática e bela arte de amarrar, mais comumente utilizando-se cordas, podendo-se também utilizar panos, tiras elásticas e até fitas adesivas.

Nome também empregado para qualquer forma de prender a escrava, inclusive por algemas ou correntes.

O "B" do BDSM. Bondage na verdade conforma as práticas de escravização. Popularmente usado para referir-se a atividades de imobilização com cordas, lenços, algemas de couro ou metal, tornozeleiras, "spread bars" (barras de alargamento que servem para manter pernas e braços abertos visando à imobilização do(a) parceiro(a). Todas as "cenas" de Bondage remetem ao tema básico: o cativeiro. Dentro dos grupos e comunidades de BDSM existe uma regra básica de segurança, definindo que imobilizações ou "amarrações" só são feitas do tórax para baixo. Cabeça e pescoço são áreas proibidas devido à possibilidade de asfixia. Dentro do S.S.C. há um limite de tempo para se deixar alguém imobilizado, em decorrência da possibilidade de isquemia tecidual, ou seja, da falta de irrigação sangüínea em uma área. Algumas pessoas acham extremamente sensual a situação de estarem imobilizadas, à mercê de outrem. Estar fisicamente imobilizado dentro de um contexto de consensualidade dá a possibilidade para os aficcionados de experienciar sua sexualidade livremente, o que, talvez, de outro modo, estas pessoas poderiam não ser capazes de se permitir em virtude de questões morais ou de educação. Bondage pode ser também visto como a transferência da responsabilidade para quem coordena a ação.Dominação

Base do BDSM, mais especificamente do D/s, que consiste na imposição, disciplinamento, adestramento e condução das atitudes da escrava, neste caso, a submissa.

Dominador é o praticante ativo no BDSM, mais destacadamente no D/s, caracterizado pela prática de comandar e subjugar escravas, podendo assim obter delas a obediência e a dedicação que almeja, além da entrega de seu corpo.

Um dominador geralmente também pratica o sadismo. Não só para castigar suas escravas submissas por alguma desobediência ou indisciplina (mantendo assim seu domínio e disciplinamento sobre elas), como também para seu puro prazer, sendo nestes caso um Dominador Sádico.

“Mestre” é aquele que educa, ensina, orienta e mostra os caminhos do BDSM para a escrava. Ajuda-a a evoluir, a se descobrir, a se desenvolver e se assumir dentro do vasto universo desta nossa fantasia. Com sua prática, experiência e coerência, pode propiciar à ela a descoberta de suas tendências, de seus anseios, seus limites e suas preferências e características. É acima de tudo, um amigo, um parceiro e um guru.

Submissão

Segundo o dicionário Aurélio: obediência, sujeição, subordinação, docilidade, servilidade, humildade e subserviência.


AlexandrinaBx

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