Em uma terra devastada pela guerra e pelo preconceito, Marie Lafayette conheceu o homem que se tornou seu destino. Falcão da Noite era gentil, corajoso e nunca lhe pediu para desafiar as leis tácitas dos brancos. Mas, ao cair da noite e no auge da paixão, Marie pôde apenas seguir os apelos do seu corpo e de sua alma!
Quando o pai de Marie descobriu seu romance com Falcão da Noite, ficou furioso. Então, ela partiu, acreditando que esse era o desejo do homem amado. No entanto, Marie esperava um filho do homem que jamais poderia esquecer, do homem que ansiava por sua volta. Teria Marie coragem de enfrentar a ira do pai e lutar pelo amor de Falcão da Noite?
Oeste Selvagem em 1840. Um jovem abastada e branca e sua paixão por um homem pobre e índio. Um romance fadado ao fracasso?
Jillian Hart faz romances históricos sobre o Velho Oeste muito bons, mas esse é o primeiro dela que leio com temática indígena. Como verificamos através de livros, filmes e estudos sobre a sociedade americana, é mais fácil a aceitação de relacionamento entre diferentes classes sociais do que relacionamentos inter-raciais. Imagina em 1840.
A jovem Marie Lafayette se apaixona por Falcão Negro, se apaixona pelo homem que é, pela sua essência, a ela não importando sua cor ou seu status, apesar disso Marie tem seus medos e um deles é de assumir seu amor na frente de todos.
Poderá o amor superar esses preconceitos? O quanto a sociedade e a família podem influir nas decisões das pessoas? Só lendo para você saber.
Super indicado para aquelas que gostam de romances históricos passados no Oeste Selvagem, um livro bem no estilo da Jillian Hart, ótimo para passar o tempo e relaxar.
Eu preferiria o Jon de Salvo na capa. rsrsrsrsrs. O título em português não tem nenhuma semelhança com o título original em inglês, básico. É bem leve, nada hot, mas como eu disse é bem estilo Jillian Hart.