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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Aprendendo a seduzir – Patrícia Cabot

 

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Sinopse

Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher. Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. O jeito decide à jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. Por isso, resolve tomar lições - teóricas claro - sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres. Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem. Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis.

Confesso que há muito tempo queria ler esse livro. Depois que li a Rosa do Inverno e amei, passei a me interessar por todos os livros de Meg sob o pseudônimo Patrícia. Meg é Meg. Se ela consegue agradar adolescentes (creiam é um público difícil) imagine adultos como eu. Ela escreve com maestria. No começo o desenrolar é um pouco lento, mais quando desanda não tem quem segure. Li o livro em dois dias.  Caroline é uma mulher a sua frente, de opiniões fortes, que sabe o que quer. É melhor amiga de uma feminista que já naquela época  (1870) lutava pelos direitos femininos. Tem verdadeira devoção pelo irmão e ainda que em alguns momentos não tolere os desplantes da mãe a ama muito. Braden é o típico novo rico. Veio da pobreza e de fato conseguiu crescer com os próprios méritos e com seu suor. Imaginem quando essas duas pessoas se juntam? Combustão com certeza. 

Pensem em uma época em que nada pode, tudo é “errado” e eis que Caroline resolve “pedir” ajuda ao mais conhecido e notório libertino de Londres para aprender a seduzir seu noivo. Aprender a agradá-lo. Querendo que com isso ele a queira, somente ela e mais ninguém.  Difícil. O que ela não contava era com o EXCELENTE professor que ia arrumar. E que as aulas de sedução, se transformariam em aulas onde iria aprender a amar. 

É muito bacana o desenrolar da historia. Braden se achava frio, inatingível por mulher alguma. Não acreditava no amor e achava que o mesmo não existia.  Fica estupefato com a sugestão de Caroline. Mesmo sendo libertino declina do irresistível convite. Mais obviamente volta atrás. Caroline fica em choque com o súbito desenrolar das coisas.....

Gosto muito de historias onde temos conflitos, temos mocinhas e mocinhos valentes, que sabem o que querem e passam isso para o leitor. Nesse livro não foi diferente. Você se encanta com os personagens. Você se vê torcendo por eles. O titulo é bem sugestivo. Nos faz pensar em diversas formas de utilizar essas lições, seja em nossa vida ou em nossa imaginação. Excelente pedida. Leiam.

 

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A Rosa do Inverno - Patricia Cabot




Sinopse




Acostumado a conseguir qualquer mulher, Lord Edward Rawlings enlouquece com a sensualidade de Pegeen, que estava longe de ser a tia solteirona que ele havia imaginado. Mas Pegeen não está disposta a fazer mais concessões além de mudar-se, pelo bem de seu sobrinho, para a mansão dos Rawlings na Inglaterra. No entanto, ao chegar lá, ela logo percebe o risco que corre. Sempre movida pela razão, Pegeen sente que dessa vez seu coração está tomando as rédeas. Ela pode resistir ao dinheiro e ao status, mas conseguirá resistir a Edward? A Rosa do Inverno é um romance leve, com boa dose de romantismo, forte aroma de sensualidade e uma pitada de suspense. Fala de paixão arrebatadora e indevida, de destino e escolha. Mas, sobretudo, é uma história que acende o debate sobre a condição feminina, o papel, os desejos, os temores da mulher. Ao confrontar o instinto de se entregar a um homem e a decisão de manter a independência, a Patricia Cabot faz do livro um espelho dos dilemas femininos.




Livro maravilhoso. Amei a mocinha valente. As partes em que ela bate nele são muito engraçadas, amo essas mocinhas valentes e destemidas hahaha. E o mocinho que acha que não está apaixonado até ver que vai perdê-la para outro e cair na real. Claro que tem aqueles ataques de insegurança da parte dos dois, senão não seria um livro de romance. Adoro esses livros da Meg mais voltado para o público adulto ( não que desgoste os demais).


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